Não é sobre o delicioso livro de Fernando Sabino que vim falar, o assunto aqui é outro, o nosso encontro. Estava escrito por Deus (ou pelo diabo??). Era inevitável, irremediável e importante que nos conhecêssemos, cada uma veio trazendo suas histórias, necessidades, medos e aventuras.
Parecia que tínhamos um único objetivo, parecia que todas gostavam das mesmas coisas. Era festa, show, bebidinhas, beijo na boca... Mas éramos novas e muita coisa iria mudar, mudamos, crescemos. Cada uma com suas peculiaridades, nossos novos gostos, sonhos e objetivos. O que nos une não é o que é singular, é a pluralidade.
Aprender a lidar com isso foi grande sacada. Não preciso estar sempre perto, preciso pensar e quere-las bem. Vibrar com suas vitorias, lamentar as derrotas, saber xingar, rir e fofocar... Saber quando sou bem-vinda, ou quando preciso tirar meu time de campo, ouvir mais, falar menos. Ah quantas coisas aprendi!
Eu adoro olhar para nos como um todo e ver como somos parecidas, e mais tarde pensar em cada uma e ver como somos diferentes. Somos iguais ao perceber a importância que temos para cada uma, somos iguais porque sabemos que nossa amizade é eterna, somos iguais porque falamos mal uma da outra, somos iguais porque queremos ser feliz, e quando estamos juntos tudo é possível!
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